O serviço de abastecimento de água em diversas regiões do Rio de Janeiro foi severamente interrompido nesta quarta-feira, 4, devido a uma intervenção técnica no Sistema Guandu. A situação gerou complicações generalizadas para a população local e para o setor comercial da capital fluminense e da Baixada.
Impacto no comércio e na rotina dos moradores
Estabelecimentos comerciais, como bares e restaurantes, precisaram adotar medidas emergenciais, incluindo a aquisição de galões de água, para conseguir manter as portas abertas. O setor de serviços também sentiu os reflexos da paralisação, com academias e outros negócios tendo suas atividades paralisadas pela falta do recurso essencial.
Transtornos para as famílias
A falta de recursos hídricos comprometeu diretamente o dia a dia de trabalhadores e donos de casa. Com os reservatórios residenciais vazios, tarefas domésticas básicas tornaram-se inviáveis, forçando alguns comércios a encerrarem as atividades mais cedo para evitar maiores prejuízos.
Retomada gradual da operação
O Sistema Guandu é fundamental para o fornecimento de água potável para aproximadamente 9 milhões de habitantes na região metropolitana. De acordo com a Cedae, a unidade recuperou a operação total de sua capacidade às 17h do mesmo dia.
Apesar da religação das estações, a normalização nas torneiras não ocorre de forma instantânea. A companhia esclareceu que dezenas de localidades — abrangendo bairros da Zona Norte, áreas da Zona Sudoeste e o município de Duque de Caxias — continuariam enfrentando desabastecimento temporário por causa de intervenções complementares realizadas pela concessionária Águas do Rio na Praça Seca.
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