O MPF arquivou recentemente uma investigação sobre descontos ilegais lançados pela máfia do INSS na conta bancária de um aposentado de Caxias, no Maranhão.
O argumento do órgão para não investigar o crime foi de que o governo Lula já havia devolvido o dinheiro roubado ao velhinho.
Mas não seria o caso de investigar o sindicato, no caso a Caixa de Assistência aos Aposentados e Pensionistas (CAAP), que tirou o dinheiro da conta do idoso? Seria.
Mas o MPF está impedido de investigar entidades metidas nas fraudes do INSS porque todos os casos envolvendo descontos ilegais foram remetidos ao STF e lá seguem em ritmo lento.
Até outro dia, a investigação estava parada no gabinete do presidente do STF, ministro Edson Fachin. Recentemente, voltou para o gabinete do ministro André Mendonça.
Enquanto as investigações seguem centralizadas, são milhares de casos, como o arquivado pelo MPF, sem resposta nem punição a sindicatos picaretas.
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