O Acre está entre os estados brasileiros que apresentam níveis de alerta, risco ou alto risco para casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), segundo o novo Boletim InfoGripe, divulgado nesta quinta-feira, 16, pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Apesar de o cenário nacional indicar queda nas tendências de curto e longo prazo, o estado ainda exige atenção devido à circulação de vírus respiratórios.
A análise, referente à Semana Epidemiológica 27, que compreende o período de 5 a 11 de julho, aponta que o Acre está entre as 17 unidades da Federação que apresentam incidência elevada de SRAG, mas sem sinal de crescimento na tendência de longo prazo.
Na capital acreana, o alerta é maior. Rio Branco aparece entre as cinco capitais brasileiras que apresentam nível de atividade de SRAG em alerta, risco ou alto risco nas últimas duas semanas, com sinal de crescimento na tendência de longo prazo das últimas seis semanas. Além da capital acreana, também foram citadas Aracaju (SE), Campo Grande (MS), Goiânia (GO) e Porto Alegre (RS).
De acordo com a Fiocruz, os casos de SRAG no país apresentam redução, principalmente devido à queda das hospitalizações causadas pelo vírus sincicial respiratório (VSR), responsável por grande parte dos casos de bronquiolite em crianças pequenas. Mesmo assim, o vírus continua circulando em níveis elevados em diversas regiões.
O boletim também mostra que, em 2026, o Brasil já registrou 115.203 casos de SRAG. Do total, 60.200 tiveram resultado positivo para algum vírus respiratório. Entre os casos confirmados, o vírus sincicial respiratório representa 40,2% das ocorrências, seguido pelo rinovírus (30,2%), influenza A (20,8%), influenza B (4,5%) e Covid-19 (4,5%).
Fonte: ac24horas.com
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