O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) saiu em defesa da lisura do pleito após o senador e candidato derrotado à presidência Flávio Bolsonaro alegar, sem apresentar evidências, que houve irregularidades no resultado das urnas.
Normalidade institucional e respeito à lei
Por meio de nota oficial divulgada nesta quarta-feira, o magistrado garantiu que “as eleições 2026 transcorreram dentro da mais absoluta normalidade e com respeito aos ditames legais e constitucionais”. Sem citar o parlamentar nominalmente, o chefe da Corte Eleitoral enfatizou que a sociedade brasileira “foi às urnas e legitimamente escolheu seus representantes”.
Controvérsia sobre o horário de votação
O principal argumento utilizado pelo político derrotado para questionar o resultado foi a extensão do período de votação, medida determinada pelo ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF). Contudo, dados oficiais mostram que apenas 34 mil votos foram registrados após as 17h, um volume irrelevante frente à vantagem superior a quatro milhões de votos obtida pelo presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva.
Superação de obstáculos técnicos
O tribunal reconheceu que houve percalços operacionais no encerramento da votação, mas destacou a eficiência de sua equipe técnica. Segundo a manifestação oficial, “mesmo diante da instabilidade na reta final de votação, graças às medidas adotadas e à competência dos técnicos do Tribunal, foi possível avançar com a apuração e entregar um pleito com segurança”.
Por fim, o chefe do TSE assegurou que eventuais contestações apresentadas formalmente receberão o devido trâmite, destacando que “todos os questionamentos feitos dentro do devido processo legal serão analisados e respondidos”.
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