O candidato ao Senado pelo Democracia Cristã (DC), Júnior Feitosa, afirmou durante a convenção que oficializou a candidatura de Alan Rick (Republicanos) ao governo do Acre, na noite deste sábado (25), que a eleição estadual não deve ser tratada como uma disputa entre homens e mulheres. Segundo ele, o debate será sobre quem está mais preparado para governar o Acre.
Em discurso no evento, Júnior Feitosa afirmou que haverá uma tentativa de transformar a campanha em uma disputa de gênero, mas defendeu que o confronto eleitoral deve ocorrer em torno de projetos e capacidade administrativa. “Eu preciso, antes de falar qualquer coisa, Alan, dizer que vão plantar lá fora uma campanha na tentativa de dizer que nós vamos para uma guerra de gênero. A guerra não será de gênero. A guerra será de quem está mais preparado para governar o Estado do Acre”, afirmou.
O candidato afirmou que a disputa será sobre quem terá melhores condições de conduzir o futuro do Acre. “A guerra será, meus queridos amigos, para saber quem vai dirigir o Acre. E nós queremos, Alan, um Acre de oportunidade, um Acre que 110 mil pessoas não precisem ir embora, porque está engessado, embargado o desenvolvimento”, reforçou.
Júnior Feitosa também rebateu uma possível narrativa de confronto entre homens e mulheres durante a campanha e afirmou que respeita a participação feminina na política. “Eu quero dizer, meus amigos, que vão disseminar por aí uma guerra cultural dizendo que as mulheres contra os homens. Não. Nós respeitamos as mulheres. A guerra será de quem está preparado”, ponderou.
Ao defender a candidatura de Alan Rick, o candidato ao Senado afirmou que o senador representa uma alternativa para um novo momento no Estado. “Eu tenho certeza, Alan, que você é o escolhido de Deus nesse tempo presente para que nós vivamos um novo tempo, que a nossa juventude possa voltar a ter esperança de um Acre melhor, de um novo Acre, de um novo tempo”, observou.
Durante o discurso, Júnior Feitosa também citou dificuldades enfrentadas pela população do interior, especialmente na área da saúde. “Os irmãos de Tarauacá, Feijó e Jordão, não precisam passar três dias indo lá para Cruzeiro do Sul para fazer a hemodiálise. O nosso Estado está doente, está na UTI, e com você, Alan, nós queremos um novo Acre”, ressaltou.
Na parte final da fala, o candidato direcionou críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) e defendeu que o Senado Federal tenha maior protagonismo nas decisões nacionais. “Eu quero dizer aqui que chegou o tempo do Supremo Tribunal Federal achar que tem a última palavra. Quem tem a última palavra é o Senado Federal, por meio de homens e mulheres corajosos para viver um novo tempo. Já chega de injustiça nesse país, das pessoas acharem que nós temos dois pesos e duas medidas”, destacou.
O candidato encerrou o discurso defendendo mudanças políticas e associando sua candidatura à ideia de renovação. “Eu acredito no futuro, mas para construir o futuro é preciso mudar o presente. E o presente, Alan, é Júnior Feitosa, é o novo tempo”, finalizou.
Fonte: ac24horas.com
Gerar Post/Story