Após pouso forçado em rio, Acre chega a 10 ocorrências aéreas em 2026
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Acre registra dez ocorrências aéreas em 2026 após pouso forçado no rio

19/10/2026 10 views 3 min de leitura

O estado do Acre contabiliza dez ocorrências aéreas em 2026, após a confirmação de um pouso forçado de uma aeronave de pequeno porte em um rio no interior do estado. Até então, o banco de dados oficial registrava nove episódios no período.

Panorama dos registros aeronáuticos no estado

As estatísticas oficiais da Força Aérea Brasileira (FAB) apontavam seis incidentes, dois acidentes e um incidente grave antes do caso mais recente. O episódio mais recente envolveu a aeronave de prefixo PT-NLE, um modelo Neiva EMB-711C fabricado em 1977, que transportava quatro pessoas e precisou descer nas águas próximas a Santa Rosa do Purus.

A consulta ao Registro Aeronáutico Brasileiro indicou que a situação da aeronave era normal e o certificado de aeronavegabilidade estava válido até abril de 2027. O operador consta como privado, sem autorização para serviços de táxi aéreo, embora tal condição não confirme irregularidade no voo em questão. O histórico do avião ainda aponta ao menos três outras ocorrências registradas desde 2001.

Distribuição geográfica e tipos de falhas

No acumulado oficial que antecede o caso do rio, Cruzeiro do Sul lidera os registros com quatro ocorrências, seguida por Rio Branco e Tarauacá com duas cada, além de Jordão com um registro. Nenhuma das ocorrências oficiais do ano apresentou vítimas fatais.

Em relação às causas, a maioria dos episódios está ligada a problemas mecânicos. Foram contabilizadas sete ocorrências por falhas em sistemas ou componentes, além de um caso específico de falha no motor. O restante envolve questões de tráfego aéreo e incursão em pista, sendo o momento do pouso a fase do voo com maior concentração de chamados.

Detalhes do pouso forçado recente

A aeronave retornava de uma viagem em que a equipe havia entregado um prêmio em dinheiro. Estavam a bordo o apresentador Marcos Bergson, o cinegrafista Jean Silva, o piloto Douglas Campos e mais um ocupante. Todos deixaram o interior da cabine após o impacto e aguardaram resgate sobre as asas, devido à forte correnteza.

Cerca de quarenta minutos depois, barcos locais socorreram o grupo, que posteriormente foi transferido para Rio Branco por um helicóptero do Centro Integrado de Operações Aéreas.

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