Um homem de 61 anos, identificado como Evilásio Silva de Lima, foi gravemente ferido com uma facada no pescoço na noite de última segunda-feira (19). A agressão ocorreu enquanto a vítima caminhava pela rua São Francisco, situada no bairro Tancredo Neves, na capital acreana. A principal suspeita do crime é Roseli Almeida, que conseguiu fugir logo após desferir o golpe, mas acabou sendo localizada e presa pelas autoridades policiais.
Socorro imediato e atendimento médico
Logo após o ataque, populares que presenciaram a cena prestaram os primeiros socorros ao idoso enquanto aguardavam o socorro profissional. Para tentar conter a hemorragia, os moradores usaram um pano diretamente na região ferida e acionaram imediatamente o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). Uma unidade de suporte avançado foi deslocada para o endereço, onde os paramédicos estabilizaram o paciente antes de realizar sua remoção para o Pronto-Socorro de Rio Branco, onde deu entrada em condição estável.
Prisão da suspeita e histórico de violência
Relatos colhidos no local indicam que a mulher usava uma tornozeleira eletrônica e teria violado o dispositivo na véspera, domingo (18). Testemunhas afirmaram que ela aguardou agentes da polícia penal para se entregar, mas, diante da ausência de equipe no local, deixou a área disparando que precisaria tirar a vida de alguém para conseguir ser presa.
Após diligências na região, uma equipe do 3º Batalhão da Polícia Militar recolheu depoimentos de testemunhas, realizou patrulhamento ostensivo nas redondezas e efetuou a prisão da suspeita, que foi conduzida à Delegacia de Flagrantes (DEFLA).
Investigação de ataques anteriores
O episódio ganhou repercussão por conectar a suspeita a outro crime semelhante ocorrido no mesmo bairro em 21 de setembro. Na ocasião, Jucicleison Silva de Souza, de 44 anos, foi atingido com facadas no peito e na clavícula em frente a um estabelecimento comercial na rua Bandeirantes. Testemunhas também apontaram Roseli como a autora daquela investida. Ambas as ocorrências serão investigadas pela Polícia Civil através da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
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